Moda consciente

Quem nunca aproveitou aquela promoção imperdível e depois se arrependeu? O apelo ao consumismo está em todos os lugares: TV, Internet, lojas,  outdoors, revistas, jornais, redes sociais e outros tantos. Com tanta propaganda, às vezes somos induzidos a comprar o que  nem precisamos. Quem não tem no guarda-roupas aquela peça que nunca usou?
Devemos tomar cuidado com as mensagens do tipo: ‘A primeira parcela você só paga daqui a 30 dias’,  ‘Todo mundo já tem e você não pode ficar de fora!’, É por tempo ilimitado!’ É só hoje!’, ‘Enquanto durarem os estoques!’. Elas são mensagens que induzem ao consumo rápido e impensado.

Quando a gente “aproveita a promoção”, estamos vendo o consumo como um ganho e não como um custo. Acontece que nem sempre isso representa um ganho. Quando a gente compra o que não precisa, é custo e não ganho. Só representa ganho, quando já íamos comprar o produto. O prazo em que você pode ficar sem o produto, também deve ser levado em consideração. Se você precisar do produto só após uns seis meses, por exemplo, o desconto tem que ser grande. O ideal é que o desconto supere o rendimento do dinheiro aplicado. Nesse caso, você deve ter o dinheiro. Nunca se endivide para aproveitar a promoção,  pois os juros dos empréstimos são altos.

As nossas emoções podem nos levar ao consumismo porque ele  nos preenche como pessoas, dá status e nos ajuda a pertencer a um grupo. Hoje, infelizmente, o que une os grupos é o padrão de consumo. Nós procuramos nos relacionar com quem tem o mesmo padrão de consumo que nós. Quando mudamos o padrão de consumo, somos excluídos do grupo ao qual pertencemos.

A compra de algo novo nos preenche temporariamente. Depois de um tempo, a compra perde a graça e precisamos comprar algo novo para nos satisfazer. Isso é um círculo vicioso que impede a nossa prosperidade. Acredite, sai mais barato fazer terapia do que se afundar em dívidas. A terapia resolve os problemas enquanto que o endividamento cria problemas sérios. Nós é que devemos controlar nossas emoções, e nunca sermos controlados por elas.

Antes de comprar algo, se pergunte:
Eu preciso ou eu quero?
Tem que ser agora ou posso adiar a compra?
Tenho dinheiro para comprar?
Tem a ver com o meu estilo?
É uma peça que vai continuar na moda por um tempo ou vai sair de moda logo?
Fica bem no meu corpo?

Só compre se a resposta para as perguntas acima for:
Eu preciso
Tem que ser agora
Tenho dinheiro
Tem a ver com o meu estilo
Vai continuar na moda
Fica bem no meu corpo

No caso da moda, contratar um personal stylist sai mais barato do que ficar comprando  peças que não ficam bem na gente e que vão apenas entulhar o guarda-roupa. No médio prazo, é um excelente investimento.

O conhecimento do nosso corpo e estilo nos levam a nos vestir melhor. Não é necessário ter dinheiro para se vestir bem. Todos os dias vejo pessoas que tem muito dinheiro, compram em lojas de grife e se vestem mal. Conhecimento vale mais do que dinheiro!

E se dê ao luxo de comprar um supérfluo de vez em quando. Só tome cuidado para que não atrapalhe seu orçamento. A melhor maneira de fazer isso é estabelecer um valor mensal para gastar com eles.

Pratique a moda / consumo consciente e seja feliz, bem vestido e próspero!

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